JUDICIALIZAÇÃO DO BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA (BPC) PARA PESSOAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA): BARREIRAS ADMINISTRATIVAS E A NECESSIDADE DE INTEGRAÇÃO INTERSETORIAL

Autores

  • Samily Kelly Dos Santos Faculdade Luciano Feijão
  • DIEGO PETTERSON BRANDÃO CEDRO

DOI:

https://doi.org/10.69582/2317-5869.2026.v11.157

Resumo

Este artigo analisa as barreiras administrativas e a judicialização do Benefício de Prestação Continuada (BPC) para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A pesquisa evidencia falhas na integração intersetorial entre saúde, assistência social e previdência, resultando em exclusão administrativa e sobrecarga judicial. Destacam-se os critérios rígidos de renda, que ignoram despesas extraordinárias das famílias, e as falhas nas avaliações sociais e médicas. Conclui-se que a judicialização corrige distorções pontuais, mas é insuficiente para resolver lacunas estruturais. Propõe-se a flexibilização de critérios, maior articulação entre setores e capacitação técnica para garantir acesso equitativo ao BPC.

Downloads

Publicado

27.08.2026

Como Citar

DOS SANTOS, Samily Kelly; DIEGO PETTERSON BRANDÃO CEDRO. JUDICIALIZAÇÃO DO BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA (BPC) PARA PESSOAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA): BARREIRAS ADMINISTRATIVAS E A NECESSIDADE DE INTEGRAÇÃO INTERSETORIAL. Scientia - Revista de Ensino, Pesquisa e Extensão, Sobral, v. 11, n. 17, 2026. DOI: 10.69582/2317-5869.2026.v11.157. Disponível em: https://publicacoes.flucianofeijao.com.br/scientia/article/view/157. Acesso em: 28 ago. 2026.

Edição

Seção

Ciências Sociais Aplicadas